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Palácio de Cristal

Ao deixar a Catedral, siga à direita pela rua 13 de maio. No primeiro cruzamento, dobre à esquerda, passe em frente à casa do Barão de Mauá, atual sede da Petrotur para chegar à praça da Confluência, onde fica o Palácio de Cristal.

Construído na França, nas oficinas de Saint-Saveur-les-Arras, o Palácio de Cristal chegou ao Brasil totalmente desmontado, em 1879 , como a primeira construção pré-fabricada do país, montada em Petrópolis pelo engenheiro brasileiro Bonjean. Trata-se de uma estrutura metálica com vedação de placas de vidro, originalmente fumê..

Patrocinado pela Princesa Isabel e por determinação do Conde D’Eu, a finalidade do Palácio de Cristal era a de abrigar exposições de produtos agrícolas da região. Mas o palácio também foi muito usado para bailes, desde o que marcou sua inauguração a 2 de fevereiro de 1884 até o do Domingo de Páscoa, no dia 1º de abril de 1888, quando a Princesa Isabel entregou a 103 escravos seus títulos de liberdade.

Tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, em 1967, o Palácio de Cristal é utilizado hoje para exposições e concertos.

O Palácio de Cristal pode ser visitado de 3ª a domingo das 9 às 17 horas.

Catedral de São Pedro de Alcântara

Saindo do Museu Imperial, basta seguir pela rua da Imperatriz, subir a rua Raul de Leoni e dobrar à esquerda na rua São Pedro de Alcântara, para chegar à catedral, erguida por ordem de D.Pedro II, em 1884. Trata-se de uma representante do estilo gótico francês do século XVIII. Construída em alvenaria de pedra aparelhada e cantaria de granito, traz em seu interior obras esculpidas em mármore de Carrara.

À direita da entrada principal, encontra-se a Capela Imperial, cujo altar é trabalhado em bronze, mármore e ônix. Nela, estão os restos mortais de D. Pedro II, D. Teresa Cristina, da Princesa Isabel e do Conde D’Eu.

Além dos restos mortais, que repousam sob lápides de mármores pesando quase 3 toneladas, o interior da Capela Imperial guarda também relíquias de S. Magno, Santa Aurélia e Santa Tecla.

A Catedral de São Pedro de Alcântara pode ser visitada de 3ª a domingo, de 8h às 12h e das 14h às 18h.

Avenida Ipiranga

Este mês vamos continuar nosso passeio  por Petrópolis conhecendo mais uma rua residencial, a avenida Ipiranga. Depois de visitar a avenida Köeler, como fizemos no mês passado, chegando até a casa da Princesa Isabel, basta atravessar a rua, em frente à Catedral de São Pedro de Alcântara, onde começa a avenida Ipiranga.

Nesta avenida, quase totalmente residencial, os casarões dividem espaço apenas com uma seguradora, a catedral, uma igreja Luterana, uma escola e o Mosteiro da Virgem, no número 555, onde se pode comprar biscoitos amanteigados tão finos como hóstias e que derretem na boca. As freiras vendem os biscoitos através das grades da portaria do mosteiro.

Foi numa casa da avenida Ipiranga que o presidente Fernando Henrique Cardoso hospedou-se no verão de 1996, quando esteve pela primeira vez em visita oficial à cidade e é lá também que a prefeitura pretende instalar o Jardim Botânico da cidade.

O passeio começa pela Catedral de São Pedro de Alcântara. Construída em estilo gótico francês no ano de 1884, traz em seu interior obras esculpidas em mármore de Carrara. logo à direita da entrada principal fica localizada a Capela Imperial, onde se encontram os túmulos com os restos mortais de D. Pedro II, D. Teresa Cristina, da Princesa Isabel e do Conde d’Eu.

Continuando o passeio, chegamos ao número 244, onde fica o templo da igreja evangélica Luterana. Os luteranos têm sua história intimamente ligada à de Petrópolis, uma vez que o major Júlio Frederico Köeler, que projetou a cidade era alemão e evangélico. Devido à falta de mão-de-obra, Köeler mandou vir da Alemanha, 238 colonos em 1837. Oito anos depois, esse número passou para 1.921, dos quais 711, evangélicos.

A Igreja Evangélica Luterana de Petrópolis está representada na Internet numa home-page criada pela designer gráfica Luciana Berner.

Mais adiante no número 405, fica a casa que pertenceu a Rui Barbosa. Construída em estilo colonial brasileiro, a casa abrigava o jurista e primeiro ministro da Fazenda da República, durante as temporadas de verão.

Foi nessa casa que o embaixador do Brasil na Conferência de Haia escreveu várias de suas obras, entre elas “Oração aos Moços” e a “Introdução ao Código Civil”. Foi também na casa da Av. Ipiranga que Rui Barbosa veio a falecer, em 1º de março de 1923.

Encerrando o passeio pela avenida Ipiranga, chegamos à casa da família Tavares Guerra que leva a fama de ser mal-assombrada. Na verdade trata-se de uma construção em estilo eclético do século XIX, o que explica as diferenças entre um lado e outro da fachada principal. Completando o conjunto, um jardim projetado pelo paisagista Auguste Marie Glaziou.